quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pastor Ubiratan é entrevistado do JFOnline

Referência em credibilidade e comprometimento com a fé cristã o Pastor Ubiratan Panizzi de Souza, titular da Igreja Batista da Vitória, em São Pedro foi um dos entrevistados para a construção de uma matéria jornalística sobre como as religiões estão se apropriando das ferramentas da rede mundial de computadores para propagação do Evangelho. A reportagem foi realizada pelo aluno da UFJF Michel Neres para o JFOnline, site laboratório da disciplina de Técnica de Produção em Hipermídia. Assista abaixo a entrevista concedida pelo pastor explicando que a prática não é recente, já sendo utilizada em muitos países de tecnologia mais avançada da Europa e América do Norte. Confira neste link a matéria completa.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Novas sociabilidades em tempos de internet



Como a amizade era vivenciada há uma década? Para responder a esta pergunta, os que hoje possuem por volta de trinta anos, vão se lembrar muito bem que os recursos mais utilizados para manter uma amizade eram um simples telefonema, uma carta, uma visita, um passeio e muitos outros gestos que simbolizavam afeto, cumplicidade e carinho para com a outra pessoa.
No livro O Pequeno Príncipe, escrito em 1944 por Antoine de Saint-Exupéry, vislumbramos um prenúncio dos tempos modernos quando a raposa suplica ao príncipe que a cative. Ele, no entanto, responde que não tem tempo, pois tinha amigos e mundos a conhecer. Ao que ela, sabiamente retruca: “- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!”
Diferentemente da geração passada os jovens de hoje, conhecidos como a geração Y, são nativos digitais e já nasceram em um mundo povoado pela tecnologia e pela internet. Mais recente ainda, a emergência das mídias sociais (Twitter, Facebook, chats, fóruns e blogs) dão não só aos jovens, mas a todos nós, a possibilidade de utilizá-las para diversos fins, inclusive para fazer e manter amigos. Mas, será que, assim como a raposa alertou ao princepezinho, quantos de nossos fãs, seguidores ou curtidores podem ser efetivamente chamados de amigos, no sentido estrito da palavra? Quantos daqueles eu cativei ou quantos sequer nem conheço? Sei o nome, conheço de vista, sei onde trabalha ou quem namora, mas não conheço a fundo seu íntimo, não sei das suas particularidades, não sei o que o faz rir ou chorar, o que o move na vida ou quais são seus sonhos. Quantos, dos 308 amigos que tenho na minha página do Facebook, posso considerar realmente pessoas do meu círculo íntimo de convivência? Em uma resposta honesta, posso dizer que realmente umas 15 pessoas dessa lista poderiam receber o título de “amigo”.
Na atualidade vivemos, como coloca a filósofa americana Shannon Vallor, o “fast food da amizade”, com a intangibilidade dos relacionamentos virtuais mediados por computador, em que esses relacionamentos são fluidos, impalpáveis, na medida que meus amigos virtuais enchem meu feed de notícias de informações que dizem muito pouco do que realmente são, o que dificulta uma aproximação verdadeira. Outros pensadores defendem que os usuários das redes sociais estariam vivendo uma ilusão de relacionamentos, quando, na verdade, estariam se isolando do “mundo real” e se afastando das “amizades verdadeiras”.
Pensemos também na representação de que cada indivíduo faz de si mesmo nas redes sociais, com apresentação de um “eu-ideal”, que muitas vezes não condiz com a realidade. Será que somos sempre lindos, inteligentes e seguros como nas fotos e mensagens que postamos no Facebook ou no Twitter? Em que medida não estou mostrando uma identidade que é muito mais aquilo que eu gostaria de ser do que eu sou de verdade?
O mais certo, no entanto, é enxergar que é uma tendência sem volta. Como no tempo das cavernas, quando vivíamos em grupo e nossa sobrevivência estava baseada na experiência grupal, hoje com a comunicação mediada por computador o que se percebe é um caminhar para um isolamento, em que cada um rompe as barreiras de tempo e espaço e interage com o amigo do outro lado do mundo sem conhecer e saber o nome do próprio vizinho. Vivemos essa ruptura no conceito de amizade, que significa um relacionamento que envolve conhecimento mútuo, afeição o que se subtende proximidade para o estreitamento dos laços. Mas, não condenemos de antemão as redes sociais, pois as interações e laços que emergem dali também são passíveis de darem bons frutos. O que não é aconselhável é ter somente amigos virtuais e não cultivar a sinceridade dos olhos nos olhos, de uma risada gostosa, de um toque, um abraço, uma conversa. Afinal, o que fica da amizade é o conselho da raposa, que esperta como é, nos deixa para a reflexão a frase “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativa.”

Carolina Lima, Mestranda em Comunicação na UFJF.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Jantar dos Namorados

Com o propósito de celebrar o amor, a IBV promoveu no último dia 13 de junho o Jantar dos Namorados, que reuniu inúmeros casais em um delicioso encontro no Maxim Plaza Hotel. Dentro da programação, a cargo da Mulher Cristã em Ação (MCA), os casais participaram de palestra proferida por um casal missionário, do Rio de Janeiro, que deu um testemunho de fé sobre as adversidades que já passaram enquanto casados, mas que foram superadas com o mão de Deus. O encontro foi um momento de descontração e confraternização para aproximar mais ainda os casais da presença de Deus e lembrá-los da importância de trazê-lo para a convivência familiar. 

Confira abaixo as fotos do evento:





















segunda-feira, 10 de junho de 2013

Amorprazol

Brinde oferecido pela Igreja Batista da Vitória no Jantar Romântico do dia 25 de junho, o Amorprazol é o remédio que oferece alívio imediato para os problemas familiares. Use você também! 

Informações aos Pacientes:
Deve ser usado somente acompanhado de TODOS da família e do Médico dos médicos, o nosso Senhor Jesus.
O início da ação da Amorprazol ocorre tão logo que a família decida fazer o uso da medicação.
O comprimido é composto de princípios bíblicos ativos, que através de sua fórmula eficaz, age em toda a família e no lar combatendo toda a forma de desunião, atrito e egocentrismo.
Amorprazol atua principalmente no coração de cada membro da família, despertando um irresistível desejo de buscar, a cada dia, o propósito de Deus no lar.
A eficácia do medicamento depende do uso e da dedicação de cada membro familiar.

ESTE MEDICAMENTO DEVER SER MANTIDO AO ALCANCE DE TODAS AS FAMÍLIAS

Contra indicações e efeitos colaterais:

Não há contra indicação e nem efeitos colaterais, se usado de forma correta e com o auxilio do Espírito Santo.
Posologia/Modo de Usar:
1 comprimido por pessoa a cada semana
Cada pessoa da família devera retirar 1 comprimido e ler seu conteúdo sem revelar aos outros. Durante a semana deverá colocar em prática e todos deverão se reunir para descobrir a atividade que cada um realizou durante a semana. Após as descobertas todos deverão orar juntos e retirar mais 1 comprimido para a próxima semana.
A família deve orar e entregar suas vidas  todos os dias.
O uso da Amorprazol é continuo e não deve ser  interrompido até a conquista definitiva dos propósitos de Deus para a família.
Esse tratamento é pra vida toda.
Evitem Medicamentos Falsos
“Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz,
paciência, delicadeza, bondade, fidelidade,
humildade e domínio próprio”. (Gl 5.22)

CONSERVAR EM LOCAL VISÍVEL PARA TODAS AS FAMÍLIAS

Responsável Técnico: Jesus Cristo

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Qual deve ser a postura do evangélico nas redes sociais?

As redes sociais estão presentes no cotidiano de muitas pessoas, estar conectado tornou-se uma mania mundial. Aos poucos o contato pessoal vem sendo substituído pelo contato virtual, através das redes as pessoas falam e expõem o que pessoalmente talvez não falasse nem mostrasse.
Nós cristãos podemos nos relacionar através da rede é claro, porém não podemos nos esquecer de quem somos. Parece que através das redes sociais alguns cristãos perdem o temor, pudor e o respeito, existem comentários feitos que causam espanto até mesmo entre os não evangélicos.
Nas redes encontramos evangélicos considerando o que dizem os signos, alguns se tornam expert no assunto abraçando crenças que não fazem parte do ensino bíblico.
Nas redes alguns cristãos postam piadas chulas até mesmo com o nome de Deus, escrevem palavras torpes com uma naturalidade espantosa, não estou aqui erguendo uma bandeira “puritanista”, mas do bom senso, pois pelo amor de Deus alguns murais ou históricos não lembram em nada um cristão.
Tanto homens como mulheres evangélicas tem postado fotos vestidos com roupas íntimas, sem falar nas poses sensuais, provocativos remetendo a segundas intenções. O que aconteceu com o "ser sal da terra e luz do mundo"? Qual testemunho temos dado? Jesus disse que se o nosso olho nos condena é melhor arrancá-lo e entrar com um só olho no reino do céu do que com os dois ir para o inferno.
Usam-se linguagens do “mundo”, temos posturas do “mundo”, demonstra-se amor ao “mundo” então quais motivos e quais as diferenças temos para pregar aos que no “mundo” estão?
Que nós possamos valorizar o sangue de Jesus e que sejamos canais de glorificação ao seu nome e não motivo de escândalo!

Baseado em reflexão do bispo Ronildo Queiroz.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Vida familiar em foco

Em comemoração ao mês da família, a Igreja Batista da Vitória promoveu neste final de semana o II Congresso da Família, entre os dias 24 a 26 de maio. Foram três dias de palestras, dinâmicas e atividades que buscaram despertar nos participantes a importância de cuidar dos relacionamentos familiares, à luz da Palavra de Deus. 
Abrindo a programação, a palestra "Construir juntos é melhor" foi ministrada por Renato, que é membro do Ministério de Casais da Igreja Metodista Central na sexta, dia 24. Após traçar um diagnóstico da família contemporânea influenciada pelo poder da televisão, pela presença de redes sociais em que os relacionamentos são fugazes e pela forte presença do consumismo, o palestrante conduziu a plateia à reflexão, com base na passagem bíblica da Bodas de Caná (João 2: 1-11). Em uma abordagem nova dessa passagem, Renato comparou a falta do vinho com os problemas que podem surgir em nossas vidas mesmo quando aparentemente tudo está bem, como no casamento ilustrado pelo texto. Quando Jesus pede para encher a talha de água, na interpretação do palestrante, é um convite para que nós possamos também encher nossas talhas de oração pelo outro, carinho, perdão, humildade, colo, elogio. 
No sábado à tarde foi exibido o filme "A história de nós dois", que serviu para levantar alguns pontos de discussão para análise de fatores que podem acabar com um casamento. Quem conduziu o debate foi o Pr. Davi e sua esposa Adriana. Uma roda de debate foi formada, onde cada um deu sua opinião e ouviu o outro, permitindo uma reflexão conjunta. À noite, foi realizado um jantar especial para os casais na própria igreja. Para descontrair os convidados, a confraternização teve início com dinâmicas  que estimularam o amor e o carinho entre os cônjuges. Logo depois, foi servido um delicioso jantar finalizado com sobremesa e sorteio de brindes. 
O orçamento familiar foi tema da palestra da manhã de domingo, ministrados por Roberto e Luciana Cintra, da Missão Batista Sul. O casal alertou a plateia sobre a importância de uma vida financeira equilibrada, em que o dízimo tenha prioridade. Outro ponto abordado foi a disciplina necessária para evitar o consumismo, buscando sempre orientação de Deus para evitar desequilíbrios e, consequentemente, problemas na família. Como tema do culto de manhã e à noite, o Pastor Ubiratan Panizzi encerrou as atividades refletindo sobre os dez comportamentos que podem destruir a família.


Confira abaixo as fotos do evento: 

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